A Feminização by LadyRed

Atualizado: Set 18

Para começar deveríamos indicar que existem dois tipos de feminização, a primeira seria a chamada crossdresser, são homens que desfrutam do transformismo e a segunda seria a chamada sissyficação. Dependendo como sejam vividas estas experiencias, se é uma necessidade para o individuo ou se por contrario lhe resulta humilhante como escravo, são aqui os elementos importantes para conhecer com qual tipo de submisso vamos trabalhar.


Um amante do crossdresser nunca se sentirá humilhado ao ser feminizado, ainda sendo heterossexual e muitos o são, só sentem que precisam vestir-se de mulher para desfrutar da sua nova personalidade. Um submisso que não seja crossdresser vai se sentir humilhado já que vão sentir um tipo muito concreto de sensação ao ser feminizado, se sentirá mais vulnerável ao ter que ver no rol de uma mulher. Poderíamos até pensar que alguns escravos o sentimento da feminização e da sodomização são parecidos e quando numa sessão são combinadas ambas técnicas o resultado e potenciado espetacularmente.


Como a sissyficação está relacionada com a humilhação e importante conhecer os antecedentes do submisso, seus medos, seus desejos e sua autoestima já que nesta pratica podem ser tocadas com facilidade magoas do passado e isso pode ser complicado de administrar numa sessão, ainda mais se trata de uma de bissexualidade forçada já que aqui se inclui o sacrifício da masculinidade do submisso o que pode gerar sentimentos de culpa, rechaço ou nervosismo.

O ideal com alguns submissos e ir realizando a pratica de maneira progressiva, iniciando com o uso de lingeries e meias calças, sapatos e roupas e para posteriormente passar a completar a cena com make-up. As técnicas da sissyficação se centram na humilhação do submisso e o trato que deve receber uma vez feita a transformação pode ser o de criada, também chamada de maid. Como variantes mais avançadas nesta técnica podemos sinalar a depilação do submisso e o exibicionismo em locais públicos abertos aonde o comportamento feminino será obrigatório para ele e isso exigirá um grande esforço permanente já que se trata de uma prática fundamentalmente psicológica com um grande componente visual.


Uma duvida muito comum nos clientes héteros que querem praticar esta técnica e se isso lhes poderia alterar seu status sexual e a resposta sempre é a mesma, se é hétero, bissexual, homossexual, etc , isso é uma característica própria de cada individuo e não se transforma o se muda por uma determinada prática. O importante e que toda prática que seja feita gere prazer e não sentimento de culpabilidade, a sissyficação e outras técnicas de BDSM não fazem de ninguém menos homem ou menos mulher.

A sissyficação pode ser associada as seguintes práticas:

Castidade: Como amostra de entrega o submisso deixará se colocar um cinto de castidade o que evitará suas ereções, já que como seu comportamento deve ser feminino, as mulheres não tem elas.


Pegging: A penetração com o strapon e uma forma de demostrar ao submisso que ele é agora uma mulher e esta baixo o domínio absoluto da sua Dominatrix.


Cuckhold: Em práticas deste tipo, as vezes o submisso é o marido ao qual o dominador ou dominadora que tomarão a sua esposa lhe faz vesti-se de mulher para ser tratada como um criada e assistir a cena.


Roleplay: Nesta pratica o submisso pode ser convertido numa prostituta e oferecido a terceiros para seu desfrute pessoal.


CBT: Cock and ball torture pode ser agregado a cena como consequência da falta de utilidade dos órgãos masculinos do submisso.


Bondage: Em algumas ocasiões pode ser interessante amarrar ao submisso para que este possa "lutar" contra a sua feminização e dar ele a possibilidade de se opor, ainda que sem chance real de impedir o sucesso da Dominatrix.


Dogtraining/Animalplay: As vezes para variar a cena da feminização pode ser incluído o trato ao submisso como um cachorrinho ou uma gatinha o que fará que ele tenha que se esforçar para atender os dois papeis simultaneamente.


Ageplay: Como no caso anterior, uma variante da feminização pode ser o rol de menina para o submisso o que implicará um trato infantilizado para ele.


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